Suposta agressão em escola de Torres
Suposta Agressão em escola de Torres é o ponto central das discussões após divulgação na imprensa local, de uma denúncia que aponta que um estudante com Transtorno do Espectro Autista (TEA) teria sido alvo de conduta inadequada por parte de uma monitora da rede municipal.
Assim que tomou conhecimento do relato, a Secretaria Municipal de Educação adotou medidas emergenciais para garantir a proteção do aluno e a transparência do processo.
Segundo o órgão, a profissional citada na denúncia teve o contrato rescindido imediatamente.
Além disso, foram iniciados procedimentos internos para apurar com rigor todos os detalhes da suposta agressão, seguindo protocolos legais, éticos e administrativos.
Secretaria diz que investigações seguem sem conclusão
Em nota oficial, a Secretaria Municipal de Educação explicou que as apurações seguem em andamento.
Os trabalhos envolvem tanto o setor educacional quanto a Administração Municipal, garantindo que todas as frentes sejam ouvidas e que o processo ocorra com responsabilidade e isenção.
As equipes destacam que não existe, até o momento, qualquer conclusão definitiva que confirme ou descarte os relatos iniciais.
Por isso, reforçam a necessidade de cautela para evitar especulações que possam inflamar a discussão pública ou causar danos emocionais às famílias envolvidas.
Compromisso com segurança e acolhimento
A pasta reforçou seu compromisso permanente com o bem-estar e a segurança de todos os estudantes da rede municipal — em especial daqueles que necessitam de apoio pedagógico especializado ou acompanhamento permanente, como é o caso de alunos com TEA.
Segundo a Secretaria, qualquer comportamento que contrarie princípios de acolhimento, respeito, segurança e inclusão será tratado com máxima seriedade, sem tolerância para práticas que infrinjam normas institucionais.
Administração pede responsabilidade na divulgação de informações
Para evitar distorções e julgamentos precipitados, a Secretaria Municipal de Educação e a Administração Municipal pediram responsabilidade na divulgação de informações por parte da imprensa, de familiares e do público em geral.
O órgão alerta que a exposição desnecessária pode prejudicar o andamento das investigações, além de gerar sofrimento emocional a todos os envolvidos. A recomendação é aguardar a conclusão dos procedimentos internos antes de qualquer interpretação definitiva sobre o episódio.
Processos internos devem esclarecer o caso
Conforme o município, somente após a conclusão dos relatórios e oitivas será possível determinar se houve ou não prática de agressão por parte da monitora.
A administração reafirma que tornará público o resultado final dos procedimentos, garantindo transparência total no desfecho.


















