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Professor particular pega 70 anos de prisão no RS

A Justiça gaúcha condenou um professor particular a 70 anos de reclusão por estupro de vulnerável, em um caso que chocou a cidade de São Luiz Gonzaga. A sentença, resultado…
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Foto: Meramente ilustrativa

A Justiça gaúcha condenou um professor particular a 70 anos de reclusão por estupro de vulnerável, em um caso que chocou a cidade de São Luiz Gonzaga.

A sentença, resultado de uma denúncia do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), veio à tona após o réu, que se aproveitou de sua posição de educador, abusar de três meninos menores de 14 anos durante aulas de reforço escolar.

O caso, que se desenrolou entre 2023 e 2024, ressalta a importância da denúncia e da responsabilização criminal de crimes hediondos.

MPRS denuncia e Justiça condena: Abusador se passava por educador para cometer crimes contra crianças

Em uma decisão que reafirma a proteção à infância, a Justiça de São Luiz Gonzaga, no interior do Rio Grande do Sul, condenou um professor particular por estupro de vulnerável.

O réu, que tinha 32 anos na época dos crimes, recebeu uma pena de 70 anos de prisão em regime inicial fechado.

A denúncia, formulada pelo Ministério Público gaúcho (MPRS), detalhou a crueldade dos atos cometidos contra três meninos, todos com menos de 14 anos, que buscavam reforço escolar na residência do agressor.

A cronologia dos crimes e o papel do MPRS

Segundo a investigação, os crimes de estupro de vulnerável ocorreram de forma contínua entre 2023 e 2024.

O professor se utilizava de sua posição de autoridade e confiança para cometer os abusos, que iam desde a exibição de pornografia até toques íntimos e ameaças para garantir o silêncio das vítimas.

A ação do MPRS foi crucial para trazer à tona a gravidade dos delitos.

O promotor de Justiça Sandro Loureiro Marones destacou a importância da sentença, afirmando que ela é uma “resposta firme e necessária” contra a violência sexual infantil.

A investigação e a manutenção da prisão preventiva

Para a condenação, foram fundamentais os depoimentos das vítimas colhidos por meio de escuta especializada, além dos testemunhos de familiares e profissionais que acompanharam o caso.

O réu, condenado por três crimes de estupro de vulnerável com a agravante de ter se aproveitado da função de professor, teve a prisão preventiva mantida.

A decisão visa proteger a ordem pública, dada a natureza gravíssima dos fatos e a ameaça que o agressor representava para a comunidade.

Professor particular – A voz da Justiça e a defesa da infância

A sentença é um marco na luta contra o abuso infantil e um lembrete do compromisso do sistema de justiça em proteger os direitos das crianças.

A condenação exemplar do professor particular envia uma mensagem clara de que atos dessa natureza não serão tolerados, e a sociedade deve se unir para garantir um ambiente seguro para as futuras gerações.

O caso reforça a necessidade de vigilância e a coragem para denunciar.

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Jornalista com formação pela UNISINOS (2010) e fundador do Litoralmania, o portal de notícias mais antigo em atividade no interior do RS. Atua desde 2002 na gestão completa do veículo, com ampla experiência em jornalismo digital, produção de conteúdo, projetos e relacionamento com o público.

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