Final de ano no Litoral: festas, compras e… golpes! Em 2025, com mais de 15 milhões de pedidos no e-commerce brasileiro, as redes sociais viraram campo minado para fraudes. Proteja-se e curta as celebrações!
O final de ano é sinônimo de alegria, mas também de oportunidades para golpistas. Com o boom das compras online e promoções natalinas, redes sociais como Instagram, TikTok e WhatsApp registram um aumento de 40% em tentativas de fraude, segundo estudo da Serasa Experian. Em dezembro de 2024, foram mais de 181 mil ataques, com potencial prejuízo de R$ 222 milhões – e 2025 segue a tendência, com deepfakes e perfis falsos liderando.
Para o Litoral gaúcho, onde as reservas crescem 25% nas festas, o risco é alto: de kits de Natal falsos a sorteios mirabolantes. Neste artigo, listamos os principais golpes que estão rolando agora e dicas infalíveis para se proteger.
Promoções falsas e roleta da sorte: o clássico das festas
No Instagram e TikTok, anúncios de “roleta da sorte” prometem prêmios como iPhones ou vouchers de R$ 500 por um “clique grátis”. Você entra, clica e é redirecionado para sites que roubam dados ou cobram taxas ocultas.
Outro hit: o golpe do “pague apenas o frete”, com kits de Natal baratos que nunca chegam. Marcas como Sadia e Perdigão têm mantido alertas em seus canais oficiais sobre esses falsos kits, com perus e chester a preços impossíveis.
Uma dica: Verifique o perfil oficial da marca (sempre tem o selinho azul nas redes sociais) e nunca clique em links de anúncios pagos – pesquise diretamente no site da empresa.
Perfis falsos no WhatsApp: o “amigo” que pede Pix
Golpistas clonam perfis de amigos ou familiares, enviando mensagens como “Ei, ganhei um vale-compras! Me manda R$ 20 no Pix que te devolvo depois”. Com o Natal, variam para “comprei um presente pra você, pague o frete”. Em 2025, fraudes via WhatsApp somam 1,6 milhão de casos, segundo a Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor (ADDP). No Litoral, onde grupos de família bombam, isso engana desde idosos e tias distantes.
Para se proteger: Ative verificação em duas etapas no WhatsApp e confirme tudo por ligação de vídeo. Se suspeitar, bloqueie e denuncie à polícia.
Deepfakes e vídeos virais falsos: celebridades “doando” prêmios
Vídeos manipulados com IA mostram famosos como Anitta ou Neymar “distribuindo” iPhones ou dinheiro via sorteio. Você “participa” preenchendo formulários que capturam CPF e dados bancários. Esse golpe cresceu 700% entre o 1º trimestre de 2024 e o 1º trimestre de 2025, segundo Sumsub, com foco em TikTok e Reels.
Alerta: Deepfakes são comuns – cheque fontes oficiais e evite compartilhar dados em links duvidosos. Use ferramentas como o Google Lens para validar capturas de vídeos.
Phishing natalino: e-mails e SMS de “entregas atrasadas”
Mensagens fingindo ser dos Correios ou Amazon: “Seu pacote de Natal atrasou – clique para rastrear”. O link leva a sites falsos que instalam malware ou roubam logins. Com mais de 15 milhões de pedidos no e-commerce, as fraudes em entregas subiram em dezembro.
Defesa: Rastreie só nos apps oficiais e ignore links inesperados. Ative alertas de phishing no celular.
Golpes de caridade falsa: “Doe para crianças carentes”
Posts emocionais no Facebook pedem doações via Pix para “crianças do litoral” ou “famílias afetadas por enchentes”. Perfis falsos usam fotos roubadas e QR codes que vão para contas criminosas. No fim de ano, isso explode com o espírito solidário.
Como evitar: Doe só para ONGs verificadas (como UNICEF ou GRAACC) via sites oficiais. Pesquise o Pix antes de transferir.
Dicas gerais para um final de ano seguro nas redes
- Atualize apps e antivírus: Sistemas desatualizados são porta de entrada para malwares.
- Use senhas fortes e 2FA em todas as contas.
- Compre em sites conhecidos e pague com cartão (fácil de bloquear).
- Denuncie: No Instagram/TikTok,
- Reporte perfis: No WhatsApp/Telegram, bloqueie e avise contatos.
- Eduque a família: Compartilhe esses alertas em grupos de Natal.
O final de ano é para luzes, família e paz – não para prejuízos. Com tanta coisa sendo comprada online hoje em dia, fique vigilante nas redes. Se cair em algo, denuncie no Procon ou polícia.



















