De acordo com a Petrobras, “o estudo sísmico é uma operação segura e simples, que consiste no levantamento de informações geológicas por meio da captação de sinais sonoros. Esse trabalho de pesquisa está em conformidade com todos os princípios de segurança, meio ambiente e saúde, atende à legislação internacional e às leis da Nova Zelândia”.
Ainda conforme a nota, a empresa “está comprometida em desenvolver ações de forma segura e integrada, valorizando as diversidades humanas e culturais e promovendo a cidadania e o respeito pelos direitos humanos em todos os países onde atua”.
O trabalho de levantamento foi licitado pelo governo neozelandês em janeiro do ano passado, quando a Petrobras adquiriu os direitos de um bloco da Bacia de Raukumara. Após o levantamento sísmico, a empresa avaliará se continua com o projeto e realiza pesquisa mais elaborada (estudos sísmicos em 3D) ou se declina da concessão para explorar a área.
Conforme notícia divulgada ontem (5) pela BBC Brasil – e reproduzida pela Agência Brasil – uma frota de cerca de 20 barcos protesta há mais de uma semana no Nordeste da costa da Nova Zelândia contra os trabalhos da Petrobras. Os ativistas e também aborígenes da região alertam para potenciais perigos de vazamentos e contaminação ambiental.



















