Pesca com explosivos foi alvo de uma ação investigativa da Patrulha Ambiental da Brigada Militar (Patram) nesta segunda-feira (14), após uma grave denúncia recebida por telefone funcional do 1º Batalhão Ambiental da Brigada Militar (BABM).
O relato indicava que embarcações estariam utilizando dinamite como método ilegal de pesca no litoral de Capão da Canoa, e que a prática teria deixado grande quantidade de peixes mortos na faixa de areia da praia.
Imediatamente após o alerta, uma guarnição da Patram foi mobilizada até o local citado, onde visualizou embarcações em atividade.
Para reforçar a fiscalização e facilitar a identificação das possíveis irregularidades, um drone foi acionado e sobrevoou a área monitorando a movimentação náutica.
Durante a abordagem, os agentes conversaram com banhistas, pescadores e moradores da orla, mas ninguém confirmou ter ouvido explosões ou notado qualquer anormalidade como acúmulo de peixes mortos, o que poderia indicar uma ação de pesca predatória com explosivos.
Apesar da ausência de flagrante ou evidências concretas no momento da vistoria, a Brigada Militar registrou boletim de ocorrência ambiental, garantindo que o caso será investigado a fundo e monitorado em operações futuras, dada a gravidade da suspeita.
Pesca com explosivos
O uso de explosivos como forma de pesca é crime ambiental previsto em lei federal, sendo uma prática altamente danosa ao ecossistema, à fauna aquática e perigosa à integridade de pescadores e banhistas.
A Brigada Militar reforça que denúncias anônimas são fundamentais para combater crimes ambientais e garantir a preservação dos recursos naturais do litoral gaúcho.
Qualquer suspeita pode ser relatada à Patrulha Ambiental de Capão da Canoa.


















