Desde muito jovem prestei, muita, atenção com a forma e com métodos com que os regimes da espécie acima, tratam seus oponentes.
Hoje me dediquei a fazer uma pesquisa que compartilho com meus sete ou oito leitores pedindo-lhes que ao lê-la deixem, se desejarem, um comentário concordando ou contraditando com o seu texto.
“Os regimes totalitários, de ESQUERDA DE DIREITA, tanto no passado quanto no presente, tendem a tratar seus opositores de forma sistematicamente hostil, usando mecanismos de repressão para eliminar qualquer ameaça ao controle absoluto do poder. Embora cada contexto histórico tenha suas especificidades, há padrões claros que se repetem.
A seguir, uma síntese clara e comparativa do tratamento dado aos opositores no passado e no presente.
NO PASSADO – Totalitarismos clássicos (século XX)
1. Perseguição política direta
- Prisões arbitrárias, sem processo judicial.
- Expurgos internos e perseguição a dissidentes.
- Exemplos:
- União Soviética sob Stalin: expurgos, Gulag.
- Alemanha Nazista: perseguição a opositores políticos, judeus, comunistas, social- democratas.
2. Violência de Estado
- Torturas, assassinatos políticos, uso de grupos paramilitares.
- Sistemas de extermínio e trabalhos forçados.
- Ex.: SS e Gestapo no nazismo; NKVD na URSS; camisas negras (fascismo italiano).
3. Censura total e propaganda maciça
- Controle absoluto da imprensa, literatura, rádio, educação.
- O opositor não tinha voz pública.
- Propaganda estatal moldava a opinião da sociedade.
4. Desumanização do adversário
- O inimigo era retratado como “traidor”, “parasita”, “inimigo do povo”.
- Isso justificava a violência e criava um clima social de perseguição.
5. Controle sobre a vida privada
- Vigilância constante
- Delatores e policiamento de comportamentos.
NO PRESENTE – Totalitarismos ou regimes autoritários contemporâneos
Embora muitos regimes atuais evitem práticas explícitas como extermínio massivo, ainda utilizam meios sofisticados de controle. Entre eles:
1. Vigilância digital
- Monitoramento de redes sociais, celulares e comunicações.
- Inteligência artificial para rastrear críticos.
- Ex.: China com o “sistema de crédito social” e rastreamento de dissidentes.
2. Censura e controle da internet
- Bloqueio de sites, perseguição a influenciadores, jornalistas e blogueiros.
- Desinformação oficial para confundir a população.
3. Prisão e intimidação “legalizada”
- Uso do sistema judicial politizado para:
- prender oponentes,
- desqualificar candidaturas,
- aplicar multas e processos infundados.
- Ex.: Rússia sob Putin, Nicarágua sob Ortega.
4. Assédio, violência e desaparecimentos
- Ataques a jornalistas e ativistas.
- Grupos de segurança “informais” ligados ao governo atuam na repressão.
5. Propaganda sofisticada
- Uso de redes sociais, bots e influenciadores pagos para desacreditar críticos.
- Construção de narrativas polarizadoras.
6. Pressão econômica
- Perseguição a empresas de opositores.
- Demissões forçadas no serviço público.
- Retaliação indireta que não deixa “pistas explícitas” de violência estatal.



















