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Ministério Público denuncia improbidade em Tramandaí

A promotora Luciana Cano Casarotto denunciou à Justiça que o grupo envolvido no desvio de merenda escolar calculou, acima da necessidade, a compra de alimentos que teriam sido utilizados na…

A promotora Luciana Cano Casarotto denunciou à Justiça que o grupo envolvido no desvio de merenda escolar calculou, acima da necessidade, a compra de alimentos que teriam sido utilizados na última campanha eleitoral.

O teor da denúncia do MP (Ministério Público), indica que a prefeitura pagou por 61.801 quilos, mas distribuiu às escolas somente 15.823 quilos. O texto da denúncia do MP sugere que o restante, 44.997 quilos, tenham sido usado na campanha eleitoral de 2004. A denúncia relaciona alimentos: frango, carne de segunda e salsicha. A descoberta da falta de alimento surgiu através do relatório de fiscalização da Controladoria-Geral da União.

Os nomes apontados pelo MP
A denúncia da promotora, encaminhada à Justiça, aponta o prefeito Edegar Rapaki, o secretário de Obras e presidente do PMDB de Tramanda), Antônio Rodrigues, os fornecedores Abel Venício Lopes Milanezi, Francisco Milanezi (Milanezi e Lopes Ltda.) e José Tiago Ramos Lopes (Ramos Lopes e Cia Ltda.) e os funcionários da prefeitura Idovino Girarde-lo (ex-secretário da Educação), Maria Madalena Lopes Sussi (ex-coordenadora da merenda escolar) e Daniela Monteiro Pagno (nutricionista).

Os culpados
O ex-secretário da Educação de Tramandaí, Idovino Girardelo, disse para a imprensa local, que “todos sabem quem são os verdadeiros responsáveis pelo desvio da merenda escolar”.

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