O Ministério do Planejamento programou a liberação de R$ 2,8 milhões para despesas e contratação de até 50 funcionários, que trabalharão no governo de transição. O grupo vai trabalhar desde a proclamação da eleição – que normalmente ocorre dois dias depois da eleição (2) – até 31 de dezembro.
Lula também vai intensificar as viagens pelo Brasil e ao exterior. Para os próximos dois meses, o presidente deve visitar dez países. O primeiro deles será no próximo fim de semana quando vai para Moçambique onde inaugura de uma fábrica de medicamentos.
Da África, Lula segue para a Ásia. O presidente participa da reunião do G20 (grupo das 20 maiores economias do mundo), em Seul na Coreia do Sul. Na ocasião, o presidente deve defender a ampliação da participação dos países em desenvolvimento na nova estrutura do Fundo Monetário Internacional (FMI). O acordo foi aprovado no último dia 23, mas falta a decisão dos chefes de Estado.
Na reunião em Seul, Lula também deve reiterar a posição do governo brasileiro para que a comunidade internacional unifique ações para evitar a guerra cambial. Para os Estados Unidos, a China mantém sua moeda (o yuan) desvalorizada para garantir as exportações e o crescimento econômico interno.


















