Dados do ministério indicam que 43% dos infectados pelo vírus Influenza H1N1 apresentam pelo menos um fator de risco. Dentre os principais citados pelo ministro estão pacientes com doenças respiratórias, crianças menores de 2 anos, gestantes, pacientes imunodeprimidos e cardiopatas. A maioria das mortes foi registrada em São Paulo (40%). Em seguida aparece o Rio Grande do Sul (23%) e o Paraná (22%).
Até o momento, 28 gestantes morreram por causa da doença – 14,5% do total de óbitos. De acordo com Temporão, 30% delas apresentavam pelo menos um fator de risco adicional, como pressão arterial elevada. “Eles se somaram à gravidez e contribuíram para uma evolução ruim do caso”, disse o ministro, que participa de comissão geral na Câmara dos Deputados para discutir as medidas de combate ao vírus Influenza H1N1 no Brasil.
Segundo Temporão, 107 gestantes que contraíram a doença já receberam alta e passam bem.



















