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Furtos no Planeta Atlântida: dupla é presa após crimes

Suspeitos teriam vindo de São Paulo, agido por poucas horas no festival em Xangri-lá e fugido para Santa Catarina, onde foram presos com os telefones furtados. Furtos de celulares no…
Furtos no Planeta Atlântida: dupla é presa após crimes

Suspeitos teriam vindo de São Paulo, agido por poucas horas no festival em Xangri-lá e fugido para Santa Catarina, onde foram presos com os telefones furtados.

Furtos de celulares no Planeta Atlântida mobilizaram uma força-tarefa interestadual e terminaram com dois homens presos e 11 aparelhos recuperados em menos de 24 horas.

A ação rápida da Polícia Civil impediu que os dispositivos fossem revendidos no mercado ilegal e devolveu parte do prejuízo às vítimas do maior festival de música do Sul do país.

O que aconteceu durante a primeira noite do festival

Os crimes ocorreram na abertura do Planeta Atlântida, na praia de Atlântida, em Xangri-Lá, no Litoral Norte do RS. Em meio ao grande fluxo de público, celulares começaram a desaparecer, padrão comum em eventos de massa.

As investigações apontaram que a dupla teria permanecido cerca de cinco horas em território gaúcho, tempo suficiente para praticar os furtos e deixar o Estado logo em seguida.

Como a polícia chegou aos suspeitos

Cruzamento de dados e tecnologia

O trabalho envolveu o Departamento Estadual de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DERCC) e a Draco. As equipes usaram:

  • rastreamento de aparelhos e sinais digitais
  • análise de deslocamento do veículo
  • compartilhamento de informações em tempo real entre Estados
  • identificação de hospedagem em hotel

O cruzamento indicou que o carro usado pelos suspeitos parou em um hotel em Palhoça (SC) por volta das 4h da manhã. A Polícia Civil catarinense foi acionada e realizou a abordagem.

Prisão em Santa Catarina e recuperação dos celulares

Durante a ação, os agentes encontraram 11 celulares furtados no festival. Os dois homens foram presos em flagrante. Segundo a investigação, ambos têm antecedentes por crimes patrimoniais em diferentes Estados.

Os aparelhos serão restituídos às vítimas, reduzindo parte do impacto financeiro causado pelos furtos.

O que está acontecendo e por quê

Grandes eventos musicais viraram alvo frequente de quadrilhas especializadas em furtos rápidos de smartphones. O motivo é direto: alto valor de revenda, facilidade de transporte e dificuldade de identificação imediata.

Criminosos costumam atravessar fronteiras estaduais para dificultar o rastreamento e a atuação policial. Neste caso, a estratégia falhou por causa da integração entre as forças de segurança.

Impacto direto para quem vai ao festival

Para o público, o prejuízo vai além do valor do aparelho. Um celular perdido significa:

  • acesso a dados bancários e aplicativos
  • documentos digitais
  • fotos e informações pessoais
  • risco de golpes financeiros

A rápida recuperação reduz danos, mas especialistas alertam que a prevenção ainda é o melhor caminho.

Como se proteger em grandes eventos

  • usar doleira ou pochete interna
  • ativar bloqueio por biometria e senha forte
  • habilitar rastreamento remoto do aparelho
  • evitar guardar celular no bolso traseiro
  • registrar IMEI para facilitar bloqueio

Em resumo

Quantos celulares foram recuperados?

Onze aparelhos furtados durante a primeira noite do festival.

Onde os suspeitos foram presos?

Em Palhoça, Santa Catarina, após rastreamento do veículo.

Os celulares serão devolvidos?

Sim. A polícia informou que os dispositivos serão restituídos às vítimas.

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Jornalista com formação pela UNISINOS (2010) e fundador do Litoralmania, o portal de notícias mais antigo em atividade no interior do RS. Atua desde 2002 na gestão completa do veículo, com ampla experiência em jornalismo digital, produção de conteúdo, projetos e relacionamento com o público.

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