Dos três mil cavalos que participam da 26ª Cavalgada do Mar desde sábado, dois não resistiram aos primeiros quilômetros do deslocamento. No primeiro dia, no trajeto entre a localidade de Bacupari e a praia de Dunas Altas, em Palmares do Sul, dois animais morreram.
Presidente da Fundação Cultural Cavalgada do Mar, Vilmar Romera atribuiu as mortes ao estresse a que os animais foram submetidos e à falta de preparação física para a atividade. Além disso, outro fator que pode ter influenciado é a água não tratada consumida pelos animais durante o trajeto.
Segundo Romera, os cavalos aguentam de duas a três horas sem água. Com isso, a melhor opção é hidratar os animais nos acampamentos. Lamentando o incidente, Romera alega que já se iam nove anos em que cavalos não morriam no evento.
Apesar do contratempo, a programação continua. Os cavaleiros e amazonas seguem galopando pelas praias do litoral gaúcho até sábado, quando fecharão 240 quilômetros percorridos, no parque do balonismo, em Torres.



















