O desaparecimento de jovem mobiliza a Polícia Civil do Rio Grande do Sul e causa crescente angústia em Canoas.
Mateus Ferreira Paralta, de 24 anos, está sumido desde 26 de julho, quando o carro que dirigia, um Volkswagen Gol, foi localizado abandonado em um banhado às margens da BR-448, sem sinais aparentes de crime.
Desde então, nenhuma pista concreta sobre seu paradeiro surgiu, o que aprofunda o mistério que envolve o caso.
🕵️♂️ Investigação segue sem pistas: Polícia trata o caso como desaparecimento
Responsável pela apuração, a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Canoas, liderada pela delegada Graziela Zinelli, afirma que, até o momento, não há qualquer evidência de que Mateus tenha sido vítima de crime violento.
“Aparentemente, o veículo saiu da estrada, mas não sabemos o que aconteceu depois”, declarou Zinelli. Segundo ela, o Gol estava fechado e foi analisado pelo Instituto Geral de Perícias (IGP), que não encontrou sinais de sangue ou violência.
👀 Desaparecimento de jovem é tratado como caso sem violência e com esperança
A Polícia reforça que o caso segue sendo tratado como desaparecimento e trabalha com a possibilidade de que o jovem esteja vivo.
“Não há nenhum indício que possa levar a Polícia a pensar que ele acabou sendo morto”, pontua a delegada.
As autoridades pedem que qualquer informação relevante seja repassada ao disque-denúncia da Especializada pelo telefone 0800-642-0121.
💔 Família vive desespero crescente e espalha cartazes em Canoas
Desde o sumiço de Mateus, a família tem se mobilizado intensamente. Cartazes com o rosto do jovem foram colados em diversos pontos da cidade por amigos e parentes na tentativa de chamar a atenção e obter pistas.
Mateus havia sido recentemente promovido na empresa onde trabalhava, em Nova Santa Rita, e levava uma vida tranquila com a esposa e a filha.
🧩 Desaparecimento remete a outros casos não resolvidos em Canoas
O caso de Mateus Ferreira Paralta remete a outro mistério envolvendo desaparecimentos na cidade.
Em abril, três jovens – Pedro Henrique Di Benedetto Rodrigues, Vítor Juan Santiago e Carolina Oliveira de Lima – desapareceram e, diferentemente de Mateus, o caso foi, desde o início, relacionado ao tráfico de drogas.
Na ocasião, suspeitos chegaram a ser presos por assassinato, embora os corpos das vítimas jamais tenham sido localizados.
As investigações ainda seguem abertas.
O contraste entre os dois casos ressalta a complexidade que envolve sumiços na região e aumenta a pressão por respostas rápidas e efetivas.



















