Cidade do Litoral Sul do Rio Grande do Sul está no centro de uma articulação estratégica que pode transformar a economia do município.
Rio Grande está cortejando a gigante chinesa Huawei, reconhecida por seus avanços em tecnologia e por lançar o celular mais caro do Brasil, o dobrável Huawei Mate XT Ultimate, que custa R$ 33 mil.
A movimentação foi confirmada pelo secretário de Desenvolvimento, Inovação e Economia do Mar de Rio Grande, Vitor Magalhães.
Segundo ele, o município está intensificando seus esforços para atrair um centro de distribuição ou, até mesmo, uma unidade fabril da empresa asiática.
Cidade do Litoral deseja atrair Huawei para o estado
Em junho, uma comitiva de autoridades locais apresentou o potencial logístico e acadêmico de Rio Grande para a diretoria da Huawei.
De acordo com Magalhães, o encontro foi bem recebido e o diálogo permanece aberto.
— Ainda é um contato inicial, mas temos uma visita agendada ao centro de distribuição da Huawei em Sorocaba (SP). Será o próximo passo para estreitar a relação — afirmou o secretário.
Além da estrutura portuária de Rio Grande, que se destaca como uma das principais do país, o município tem apostado no seu ambiente acadêmico.
A proposta é que estudantes das universidades locais conheçam a atuação da Huawei e, futuramente, estejam aptos a compor a mão de obra de possíveis operações na cidade.
Huawei voltou ao Brasil com celulares de R$ 33 mil e mira novos mercados
A Huawei retornou ao mercado de smartphones no Brasil no mês passado, após cinco anos de ausência.
A empresa chamou atenção ao lançar o Huawei Mate XT Ultimate, o celular mais caro do país.
O dispositivo se destaca por possuir três telas flexíveis e duas dobradiças, o que permite ao usuário utilizá-lo em diferentes formatos.
O investimento da marca em tecnologia de ponta acompanha uma estratégia de diversificação.
A Huawei também pretende atuar no setor de data centers no Brasil, mas para isso aguarda a aprovação de uma medida provisória que prevê isenções fiscais para a importação de equipamentos.
Huawei quer entrar no mercado de baterias e acompanha leilão previsto para 2026
Outro ponto de interesse da empresa é o setor energético.
A multinacional chinesa está atenta ao leilão programado para 2026, que visa a contratação de baterias para o sistema elétrico nacional.



















