[rank_math_breadcrumb]

Casos de monkeypox confirmados chegam a 12 no RS

O número de casos de monkeypox confirmados no Rio Grande do Sul chegou a 12. [wp_bannerize_pro orderby=”random” categories=”wp-bannerize-plano-1″ numbers=”1″ mobile=“1”] Sete deles foram confirmados pela Secretaria da Saúde (SES) nos…
Foto: Paciente com lesões na pele provocadas pela varíola do macaco, na República Democrática do Congo © CDC/BRIAN W.J. MAHY

O número de casos de monkeypox confirmados no Rio Grande do Sul chegou a 12.

[wp_bannerize_pro orderby=”random” categories=”wp-bannerize-plano-1″ numbers=”1″ mobile=“1”]

Sete deles foram confirmados pela Secretaria da Saúde (SES) nos últimos sete dias.

Entre o total, são sete homens e cinco mulheres.

Situação da monkeypox no RS em 3 de agosto

Casos confirmados por município:

  • Canoas: 1
  • Caxias do Sul: 2
  • Garibaldi: 1
  • Igrejinha: 1
  • Porto Alegre: 5 (sendo um deles residente do exterior em viagem à cidade)
  • Uruguaiana: 1
  • Viamão: 1

[wp_bannerize_pro orderby=”random” categories=”wp-bannerize-plano-3″ numbers=”1″ mobile=“1”]

Sobre a doença 

A monkeypox é uma causada por um vírus. Foi diagnosticada e identificada na década de 1960 primeiro em macacos, por isso ficou conhecida como “varíola dos macacos”.

Essa doença tem caráter endêmico em alguns países da África Central e da África Ocidental.

Ao longo da história da saúde pública mundial, houve surtos em alguns países, como, por exemplo, nos Estados Unidos, mas com poucos casos.

[wp_bannerize_pro orderby=”random” categories=”wp-bannerize-plano-4″ numbers=”2″ mobile=“1”]

Porém, neste ano foi identificado o primeiro grande surto em países não endêmicos, ou seja, países que não são da África Central e da África Ocidental, com circulação sustentada do vírus.

Transmissão, prevenção e tratamento

A principal forma de transmissão é por meio do contato pele com pele, secreções ou por objetos pessoais do paciente infectado. O período de incubação (tempo entre o contágio e o aparecimento de sintomas) é geralmente de seis a 13 dias, mas podendo chegar a até 21.

Inicialmente a pessoa apresenta febre, dor de cabeça intensa, dor nas costas e inchaço nos linfonodos (pescoço, axila ou virilha). Lesões na pele costumam surgir mais frequentemente na face e extremidades.

[wp_bannerize_pro orderby=”random” categories=”wp-bannerize-plano-2″ numbers=”1″ mobile=“1”]

Considerando que a transmissão ocorre por contato direto prolongado com pessoas infectadas ou por objetos contaminados (como toalhas, lençóis, talheres), recomendam-se como formas de prevenção o isolamento dos doentes (com uso de máscara) e a intensificação de medidas de higiene individuais (lavagem de mãos) e ambientais (desinfecção de superfícies de toque do paciente).

Receba as principais notícias no seu WhatsApp

Os pacientes diagnosticados devem receber líquidos e alimentos para manter o estado nutricional adequado e manter as lesões cutâneas limpas e secas.

Mais informações com orientações sobre a doença, prevenção e notas técnicas direcionadas aos serviços de saúde estão disponíveis no site da Atenção Básica da SES neste link.

Receba as principais notícias no seu WhatsApp

 

Jornalista com formação pela UNISINOS (2010) e fundador do Litoralmania, o portal de notícias mais antigo em atividade no interior do RS. Atua desde 2002 na gestão completa do veículo, com ampla experiência em jornalismo digital, produção de conteúdo, projetos e relacionamento com o público.

Notícias relacionadas