Isso aconteceu em Porto Alegre, num estabelecimento de ensino privado onde, tudo leva a crer, mais do que aluno é, antes, um “cliente”.
Bullyng é uma expressão nova para uma prática antiga: o abuso exercido por crianças e adolescentes sobre seus colegas de escola. Sua prática, ainda que em menor escala, sempre ocorreu. Nos Estados Unidos, os principais veículos de comunicação vêm discutindo a questão do Bullying com o intuito de minimizar a ocorrência de tais eventos.
Via de regra, o Bullying é iniciado por um indivíduo e propagado por um grupo de seguidores. No caso da estudante acima, a inveja foi a causadora dos ataques.
Nem sempre o Bullying é fruto de inveja. Uma criança que seja um pouco diferente das demais fatalmente será atacada. Se ela usa óculos, aparelho dentário, ou for gorda, será imediatamente rotulada. A característica que a diferencia será maximizada e um rótulo pejorativo será aplicado, causando o isolamento e a degradação da vítima. No caso da professora Etiene, qual terá sido o “objeto” desencadeador?
Exige-se atitude mais contundente da direção e dos conselhos de educação, ainda que afronte, em se tratando da escola particular, de eventuais “acionistas”.



















