Avião da CIA em Porto Alegre
O avião da CIA em Porto Alegre chamou atenção de moradores e passageiros na tarde de terça-feira (19), quando um Boeing 757 branco e sem qualquer identificação oficial pousou no Aeroporto Internacional Salgado Filho e permaneceu por horas no local.
A Polícia Federal revelou que a aeronave em questão integra missões especiais da Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos.
O que se sabe sobre o avião da CIA em Porto Alegre
Trata-se de um C-32B, modelo operado pelo 150º Esquadrão de Operações Especiais da Força Aérea norte-americana.
Diferente da versão C-32A, utilizada para transportar autoridades da Casa Branca, o C-32B é destinado exclusivamente a operações secretas e de inteligência.
A aeronave, apelidada de “Gatekeeper”, já esteve envolvida em missões altamente sigilosas ao redor do mundo, incluindo sua atuação durante a explosão no porto de Beirute, em 2020.
Características da aeronave secreta
O Boeing 757 C-32B é equipado com:
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Sistemas de comunicação avançados – garantindo contato em tempo real com bases militares dos EUA.
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Sensores de última geração – capazes de coletar informações estratégicas em missões de alto risco.
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Autonomia de voo estendida – permitindo longas operações sem necessidade frequente de reabastecimento.
Essas características fazem do modelo um dos mais estratégicos ativos da Força Aérea norte-americana em ações classificadas.
Por que o avião da CIA pousou em Porto Alegre
De acordo com fontes ligadas à Polícia Federal, a passagem da aeronave pelo Rio Grande do Sul esteve relacionada a uma operação de apoio logístico, transportando funcionários do consulado norte-americano para a capital gaúcha.
Especialistas em aviação destacam que pousos como esse não são comuns em aeroportos brasileiros, o que explica a repercussão imediata nas redes sociais e a curiosidade dos gaúchos ao verem o avião estacionado em solo porto-alegrense.
Histórico de missões do C-32B
O “Gatekeeper” tem um longo histórico de envolvimento em situações críticas ao redor do mundo:
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Apoio a evacuações durante crises internacionais.
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Transporte de equipes de operações especiais em missões discretas.
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Atuação em regiões de conflito e desastres humanitários.



















