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Apenado que comandava abigeatos de dentro da prisão é alvo de operação no Litoral Sul

Apenado comandava crimes direto do presídio: entenda A Operação Solo Fértil, conduzida pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul, revelou um esquema criminoso que funcionava mesmo atrás das grades….
Apenado
Foto: Polícia Civil/Divulgação

Apenado comandava crimes direto do presídio: entenda

A Operação Solo Fértil, conduzida pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul, revelou um esquema criminoso que funcionava mesmo atrás das grades.

No centro da investigação está um apenado do Presídio Estadual de Rio Grande (PERG), natural de Capão do Leão, preso anteriormente, apontado como articulador de ações que envolviam abigeato e furto de fertilizantes.

A  segunda etapa da operação ocorreu na segunda-feira (17), reforçando evidências de que o grupo contava com forte estrutura e ligação direta com uma facção atuante na região sul do Rio Grande do Sul.

O objetivo da ofensiva policial é desmantelar todas as ramificações da quadrilha responsável pelos crimes.

Descoberta do comando criminoso

As investigações ganharam força após a primeira fase da operação, realizada em 15 de setembro.

Na ocasião, policiais interceptaram um grupo que transportava uma grande carga de adubos e fertilizantes avaliada em R$ 300 mil, na região da Capilha.

Duas pessoas foram presas, um adolescente foi apreendido e a descoberta de um ponto crucial: as ordens não vinham da rua — mas sim de dentro da penitenciária.

A delegada responsável, Paula Vieira, destacou que o apenado exercia sua liderança mesmo encarcerado:

“Descobrimos que as ordens partiam de dentro do Presídio Estadual de Rio Grande, emitidas por um apenado que integra uma facção forte e conhecida na Zona Sul”, afirmou a delegada.

Estrutura criminosa atuava em diferentes frentes

A quadrilha não limitava sua atuação ao furto de cargas, atividade que já causa enorme impacto econômico ao setor produtivo.

Conforme a Polícia Civil, o grupo também orquestrava furtos de animais e outras ações criminosas.

A Polícia Civil reforça que o caso segue em investigação.

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Amanda da Silveira Ferrari é estudante de Jornalismo pela UNISINOS, com experiência em produção de conteúdo, jornalismo de dados e comunicação pública.

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