Neste sábado em que se toma conhecimento de situações atípicas acontecidas em um País da América do Sul publico um que, talvez, possa explicar a causa dos fatos…
OS VELHOS COMUNISTAS FRANCESES
Os velhos comunistas franceses, com a inteligência, o lirismo, e a objetividade características de seu povo, sintetizaram todos os tratados filosóficos e científicos de Marx, sobre o Socialismo, na clara, objetiva e inteligível sentença:
“De todos na medida de suas possibilidades para todos, na medida de suas necessidades”.
Passados mais de 100 anos da primeira experiência socialista na Rússia e menos tempo de experiências em outras geografias, – Cuba e Venezuela para citar exemplos mais próximos- parece-nos que a classe política dominante, não leu Marx e nem a frase dos velhos comunistas franceses e implantou o “socialismo” em seus países, à maneira e ao desejo dos poderosos políticos de plantão.
Me atrevo a comentar sobre tão importante e grave assunto, porque constato que os dirigentes- que se dizem socialistas- acumulam poder discricionário, totalitário que lhes concede a liberdade para fazerem, de seus desejos, leis e dizerem o que que bem entendem e acumulam bens materiais capazes de fazer inveja aos reis da idade antiga.
Paradoxalmente, às suas situações privilegiadas- de teres e haveres- privam o povo de liberdade e o condenam a viver na mais terrível miséria na qual, é possível alguém viver.
Vemos hoje, em todos os países de todos os continentes onde está implantado o comunismo que os dirigentes vivem, as suas vidas nos regalos do luxo, da riqueza e da abastança enquanto, ao povo, é destinado viver na miséria, na falta de condições mínimas de vida, o que o leva à indigência, tudo isto sob o jugo do estado e sob a falta total de liberdade.
Com certeza, não leram Marx, se o tivessem lido teriam suas condutas políticas e materiais comedidas e dariam às pessoas igual liberdade da qual são, totalmente, possuidores e lhe proveriam de bens de primeira necessidade para terem uma vida digna.
No presente de nosso país, vemos um Ministro do STF e o Presidente da República,- embora vivam e tenham costumes de milionários burgueses – dizerem que têm orgulho de serem chamados de comunistas.
Certamente, não leram Marx e não tiveram conhecimento da lapidar frase dos velhos comunistas franceses.
Se o Presidente tivesse lido a frase, pelo menos, saberia que a diária milionária que ele paga em hotéis do exterior pode fazer falta para uma mãe comprar leite para seu filho.
Se o Ministro do STF, de igual forma, tivesse tomado conhecimento de Marx e da lapidar frase dos velhos comunistas franceses, com certeza teria vergonha do salário que recebe comparado com salário mínimo com que são pagos os suores dos trabalhadores brasileiros.
Saberiam, ambos, que os valores dos luxuosos banquetes dos quais participam e dos tapetes, das camas, dos sofás caríssimos que compram para seu uso pessoal e de suas famílias, fariam falta, como efetivamente, fazem para serem utilizados no sistema de saúde, no sistema educacional, no saneamento básico ou no sistema de segurança pública, na medida das necessidades reais, apresentadas pelo povo.
Mesmo que eles não conheçam, como sabemos que não conhecem, a obra de Marx mas que, pelo menos, tivessem tido conhecimento, em uma mesa de bar tomando uísque estrangeiro, da velha frase dos históricos comunistas franceses, com certeza não iriam acompanhados de enormes comitivas para suas viagens fantasiosas ao exterior, cujo custo sangra os cofres da nação e não permitem que dê aos que precisam, na medida de suas necessidades, os bens, os serviços, que amenizariam a sua dores e as suas angustias.
Mas que fazer?
Esperar que até 2026 não seja implantado, definitivamente, o sistema político social e econômico do qual o presidente e sua excelência o ministro tem orgulho e, que mesmo com insuficiências materiais enormes- segurança- saúde- saneamento básico- educação- que são nossas necessidades possamos, na medida do possível, usufruir e continuar tendo, como bem maior do Ser Humano: A LIBERDADE.


















