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Mulheres são presas no Litoral vendendo rifas falsas em nome de criança com doença grave

Mulheres são presas na RS-474 aplicando golpes Quatro mulheres foram presas pela Brigada Militar após serem flagradas vendendo rifas em nome de uma criança de dois anos, supostamente diagnosticada com…
Mulheres
Foto: 8ºBPM/Divulgação

Mulheres são presas na RS-474 aplicando golpes

Quatro mulheres foram presas pela Brigada Militar após serem flagradas vendendo rifas em nome de uma criança de dois anos, supostamente diagnosticada com Epidermólise Bolhosa Simples — uma doença rara e grave que causa bolhas e feridas na pele.

A ação ocorreu na RS-474, em Santo Antônio da Patrulha, no Litoral Norte gaúcho.

As mulheres tentavam sensibilizar utilizando fotos e laudos médicos falsos para dar aparência de legitimidade à campanha solidária.

Suspeitas já haviam sido presas pelo mesmo crime

Ao consultar o sistema policial, os agentes descobriram que as mesmas mulheres já haviam sido presas anteriormente pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), utilizando exatamente o mesmo método.

O nome da criança, as fotos e até os documentos falsificados eram idênticos aos usados no golpe anterior.

As presas têm idades de 31, 46, 47 e 51 anos.

Com elas, a Brigada Militar apreendeu R$ 1.250,94 em dinheiro, além de um laudo médico falso, fotos de crianças, cópias de documentos e talões de rifas utilizados na fraude.

Alerta sobre golpes solidários falsos

O caso foi encaminhado à Delegacia de Polícia, onde foi feito o registro da ocorrência e as suspeitas permanecem à disposição da Justiça.

O uso indevido dessa doença em golpes é especialmente cruel, pois se aproveita da dor de pacientes reais e da boa vontade dos doadores.

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Como se proteger de golpes com rifas e campanhas solidárias

  • Verificar a origem da campanha: procure informações sobre a criança, a família e o hospital envolvido.

  • Checar perfis oficiais: páginas legítimas costumam ter histórico e transparência sobre os recursos arrecadados.

  • Evitar transferências diretas: prefira doar por meios oficiais, como vaquinhas online conhecidas ou contas bancárias em nome de instituições reconhecidas.

Amanda da Silveira Ferrari é estudante de Jornalismo pela UNISINOS, com experiência em produção de conteúdo, jornalismo de dados e comunicação pública.

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