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Vai virar autódromo: estádio do Litoral Norte passará por limpeza antes da revitalização

Vai virar autódromo O Estádio do Litoral Norte que vai virar autódromo de pista oval terá suas primeiras etapas de limpeza e revitalização iniciadas após reunião entre representantes da prefeitura…
Vai virar autódromo: estádio do Litoral Norte passará por limpeza antes da revitalização

Vai virar autódromo

O Estádio do Litoral Norte que vai virar autódromo de pista oval terá suas primeiras etapas de limpeza e revitalização iniciadas após reunião entre representantes da prefeitura e da Federação Gaúcha de Automobilismo (FGA).

O encontro, realizado na semana passada, definiu os próximos passos da parceria e reforçou o projeto de transformar o Sessinzão, que fica em Cidreira, em um centro de automobilismo.

Parceria e investimentos

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Fernando Bitencurt / Divulgação

Com a assinatura do acordo, a FGA ficará responsável pelo desenvolvimento do projeto executivo e pela execução das melhorias necessárias.

O investimento inicial previsto é de R$ 1 milhão.

A expectativa é que o autódromo esteja pronto para receber atividades de automobilismo já no verão de 2026, incluindo competições de grande porte, como a Nascar Brasil.

Há ainda estudo para a construção de uma pista de kart no centro do estádio.

Estádio do Litoral Norte: histórico do Sessinzão

O Estádio Municipal de Cidreira, conhecido como Sessinzão, foi inaugurado em 1996 e, entre o final dos anos 1990 e início dos anos 2000, sofreu com a falta de eventos oficiais e grande público.

Em 2006, a prefeitura iniciou uma revitalização para que o local pudesse sediar partidas no ano seguinte, sendo palco da abertura do Gauchão de 2007.

Abandono e interdições

Após o campeonato, a ausência de interesse de grandes clubes da região e a dificuldade em organizar eventos levaram ao abandono do Sessinzão.

Problemas estruturais resultaram na interdição do estádio em 2010, por solicitação do Ministério Público Estadual, devido a riscos à segurança dos frequentadores.

Tentativas de reuso

Em 2013, a prefeitura tentou vender o estádio por US$ 1 milhão (aproximadamente R$ 2,3 milhões na época).

No mesmo ano, houve tentativa de ceder parte do espaço a uma recicladora de Novo Hamburgo, especializada em resíduos sólidos industriais, mas o plano não avançou.

Agora, com o projeto da FGA, o Sessinzão ganhará nova função e visibilidade no cenário esportivo do RS.

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Amanda da Silveira Ferrari é estudante de Jornalismo pela UNISINOS, com experiência em produção de conteúdo, jornalismo de dados e comunicação pública.

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