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Rio Grande do Sul elabora Plano de Mudanças Climáticas

A partir de agosto de 2010, o Rio Grande do Sul poderá contar com o seu Plano de Mudanças Climáticas. A previsão foi feita nesta quinta-feira (23), em reunião do…

A partir de agosto de 2010, o Rio Grande do Sul poderá contar com o seu Plano de Mudanças Climáticas. A previsão foi feita nesta quinta-feira (23), em reunião do Fórum Gaúcho de Mudanças Climáticas (FGMC), presidido pelo secretário do Meio Ambiente, Berfran Rosado. O plano estadual deverá ser encaminhado para a Assembléia Legislativa, a fim de que se torne lei e possa conduzir políticas públicas específicas para o tema. O FGMC, órgão interinstitucional criado em 2007, elabora o documento básico.

O Plano será composto a partir de diagnósticos do clima e de prognósticos realizados por cientistas, como vulnerabilidades, impactos, adaptação, mitigação e suas interfaces com as diferentes atividades produtivas. A partir de informações de cunho global, serão identificados os impactos específicos sobre o Cone Sul e, em particular, sobre o Rio Grande do Sul. O documento pretende priorizar regiões e setores produtivos do Estado com algum fator vinculado às mudanças climáticas já identificado e que permita ações imediatas.

“O aquecimento global e as mudanças climáticas se apresentam como dois dos principais temas para o futuro da humanidade. Se confirmados os prognósticos iniciais, o Estado deve estar preparado para agir, liderando a sociedade na aplicação de medidas de adaptação e mitigação dos efeitos das mudanças climáticas, através de ações integradas”, disse a bióloga e pesquisadora da Fundação Zoobotânica do RS Luiza Chomenko, integrante do FGMC.

O secretário Berfran Rosado destacou o cunho interinstitucional do Fórum, como forma de tornar perenes as suas ações. “Esse é um fórum que tem que ser cada vez mais de Estado e não de governo para ter garantidas as condições políticas de implementação de suas proposições. A participação de vários representantes, seja do governo, do setor produtivo, das instituições de pesquisa, reveste-se de muito valor”, avaliou o secretário, que se comprometeu em buscar a consolidação das ações do Fórum, por meio da articulação com possíveis parceiros, já que o órgão não conta com destinação específica de recursos para efetivação de suas propostas.

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